Artigo de capa da revista Ciência Hoje (Ed. 301) aborda a polêmica gerada pela atividade de mineração carbonífera no Brasil, fortemente concentrada na região Sul. Enquanto uns defendem o aumento da exploração desse minério, o combustível fóssil mais abundante da Terra, outros o consideram ultrapassado e substituível, além de argumentar que sua exploração é prejudicial ao meio ambiente e à vida dos trabalhadores do setor.

Uma máquina de 10 m de comprimento avança sobre a rocha com uma estrutura giratória dentada capaz de triturar qualquer material que estiver pela frente. O equipamento é controlado por um jovem de estatura mediana que manipula um dispositivo semelhante a um controle de videogame. Estamos no município de Içara, a 190 km de Florianópolis, no extremo sul de Santa Catarina. Mais precisamente, na comunidade rural de Santa Cruz, a 60 m de profundidade do solo, no interior de uma galeria subterrânea de extração de carvão mineral, a mina 101.

A área, que começou a ser explorada há menos de um ano, está no centro de uma discussão que se desenrola há mais de uma década na pequena cidade de 60 mil habitantes e reflete uma polêmica que se estende a toda a atividade de mineração carbonífera no Brasil, fortemente concentrada na região Sul. De um lado, os favoráveis ao aumento da exploração desse minério, o combustível fóssil mais abundante da Terra. Do outro, os que consideram o  recurso ultrapassado e substituível, e sua exploração prejudicial ao ambiente e à vida dos trabalhadores do setor.

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