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vídeo 18/02/2014

Legado olímpico para a Lagoa

Faltando exatamente dois anos e meio para os Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro, os debates sobre esportes parecem escassos. Ao mesmo tempo em que surge uma oportunidade para o fomento da prática esportiva, pouco se tem feito nesse sentido. O remo, por exemplo, tem sido vítima deste descaso desde a experiência recente dos jogos Pan-americanos no Brasil. Apesar de o Rio de Janeiro ter sediado a competição, o remo arcou com gastos significativos, mas não contou com nenhum legado. A palestra do presidente do Clube de Regatas Piraquê e membro do Movimento SOS Estádio de Remo, Alessandro Zelesco, no Clube de Engenharia, na última terça-feira (4/2) expôs a complexidade do caso do Estádio de Remo da Lagoa. Durante o evento “Legado olímpico para a Lagoa”, organizado pela Divisão Técnica de Construção Civil (DCO), Zelesco apontou dois questionamentos centrais: a quem interessa privatizar o Estádio de Remo e qual será o legado olímpico para a Lagoa Rodrigo de Freitas? >> Leia a matéria completa.

Veja a palestra completa:

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Parte 5

Parte 6

Parte 7