Reflexões sobre desafios e o papel do Clube na vida do país dão o tom no primeiro dia das eleições

Debates entre amigos de longa data, troca de ideias sobre o cenário político, econômico, social e técnico nacional e reflexões sobre o papel do Clube de Engenharia na construção de um país soberano lotaram o salão do 24º andar do Edifício Sede Edison Passos no primeiro dia das eleições de renovação do terço do Conselho Diretor para o triênio 2014 – 2017. Para o presidente Francis Bogossian, que presidiu a mesa ao longo de todo o dia, comparecer às urnas no Clube faz parte de um poder democrático que influi diretamente na vida do país. “Os conselheiros eleitos terão de dar muito de si ao Clube, que terá que se posicionar. A disputa eleitoral no país ainda está indefinida e o momento é delicado. Teremos um novo governador e um Presidente da República será eleito ou eleita e o Clube precisará estar pronto para esse desafio. Esse também é o último ano do meu segundo mandato. Ao final dele, um novo presidente será eleito para presidir o Clube de Engenharia. Teremos um ano para escolher aqueles que competirão pela presidência e, também por isso, o último terço do conselho a ser renovado nessa gestão é de suma importância para os próximos três anos”, destacou o presidente. 

Marcado pela confraternização, o primeiro dia do pleito eleitoral, oficialmente aberto às 12 horas e encerrado pontualmente às 20 horas, correu tranquilo. Passaram pelas urnas 148 associados que escolheram seus representantes no Conselho Diretor para os próximos três anos. Em momento em que o futuro do Clube é decidido de forma democrática, nomes que presidiram a entidade no passado estiveram presentes. Agostinho Guerreiro, presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ), que presidiu o Clube entre os anos de 1997 e 2000, falou do papel da entidade na vida política do país. “O Brasil está crescendo bastante. Hoje somos a sétima economia do mundo e isso certamente se deve a um trabalho que envolve desde a Presidência da República, passando por governadores e prefeitos, até as entidades da sociedade civil. O Clube de Engenharia, que tem grande respeitabilidade junto à sociedade e, principalmente, entre os profissionais e empresas de engenharia, acaba influenciando também as posturas de governo. Para nós, que militamos no Clube há décadas, fica claro que esse processo eleitoral engrandece a entidade e, portanto, a engenharia nacional e o nosso país”, destacou.


Presidente do Clube de Engenharia entre os anos 2000 e 2003, Renato Almeida concorda com Agostinho e exalta o espírito democrático do Clube. “O Clube é formado por engenheiros de alto gabarito que aqui convivem, indicando as melhores soluções para a engenharia nacional.Fico satisfeito em ver os amigos reunidos, e essa disputa saudável entre as chapas, uma vez que ambas têm bons engenheiros que querem participar efetivamente da vida do Clube e, principalmente, da vida do país, apresentando sugestões para que a gente possa então encaminhar os melhores programas e as melhores obras para a nação”, relatou entusiasmado. 

 

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