Entidades de engenharia debatem o desastre da Região Serrana

A integração e a união de forças das entidades de engenharia do estado do Rio de Janeiro resultaram na organização de fóruns de discussão para aprofundar o debate sobre a catástrofe vivenciada pela população da Região Serrana no mês de janeiro. A proposta era estudar ações preventivas e apontar caminhos para políticas mais eficazes na organização dos espaços urbanos. 

Nos dias 16 e 17 de fevereiro, das 18h às 22h, aconteceu, na Sociedade de Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro (SEAERJ), o Fórum de Debates Desastres na Região Serrana, organizado pela SEAERJ em parceria com o Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (SENGE/RJ), Clube de Engenharia e Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA/RJ). No primeiro dia de evento, o enfoque principal foi a visão governamental e suas ações, com palestras de Celso Carvalho, Secretário Nacional de Programas Urbanos, Márcio Machado, presidente da Geo-Rio e Flávio Erthal, do Departamento de Recursos Minerais, entre outros. No dia 17 de fevereiro, a tragédia que provocou comoção nacional será debatida sob um ponto de vista técnico. Falaram os professores Valdo Marques, da UENF, Willy Lacerda e Paulo Canedo da COOPE/UFRJ, Humberto Kzure, da UFRRJ, além de Jorge Bittar, Secretário de Habitação do estado do Rio e Francis Bogossian, Presidente do Clube de Engenharia. 

No dia 11 de fevereiro o Clube de Engenharia sediou o Fórum Deslizamentos na Região Serrana 30 dias depois. Realizado pela Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (ABMS), em parceria com o Clube de Engenharia e com a Associação Brasileira de Geologia de Engenharia e Ambiental (ABGE), além do apoio do Comitê Brasileiro de Mecânica das Rochas (CBMR) e do Comitê Brasileiro de Barragens (CBDB), o evento reuniu autoridades e especialistas como Marilene Ramos, presidenta do Instituto Estadual do Ambiente (INEA), os professores Willy Lacerda e Moacyr Duarte, da COPPE/UFRJ e Alberto Sayão da PUC-Rio, entre outros, para debates sobre obras emergenciais, zoneamento de risco, prevenção e monitoramento e outros temas relacionados ao maior acidente natural da história do país.

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