O Clube de Engenharia faz sua a voz das mulheres que por séculos vêm se levantando em defesa de liberdade e igualdade em trincheiras que vão do mercado de trabalho ao poder de decidir sobre suas vidas.

Estão longe os tempos em que Enedina Marques, a primeira engenheira negra do Brasil, escreveu importante capítulo na história da engenharia brasileira ao enfrentar a sujeição patriarcal e o preconceito racial, com reconhecido sucesso profissional e destacada participação, nos anos 1940, no Plano Hidrelétrico do Estado do Paraná.

A crescente feminização nas engenharias é uma vitória, mas a realidade diária demonstra que há muito a avançar em todos os níveis. Em 2019 a Organização das Nações Unidas (ONU) e outros órgãos nacionais e internacionais constatam o que elas vivenciam há anos: que as mulheres estão sub-representadas nas áreas de ciências, tecnologia, engenharia, matemática e desenho industrial, entre tantas outras.

É fato que são muitas as bandeiras que se levantam no Dia Internacional da Mulher, das quais a mais visível é a igualdade de gênero. Mas vale registrar que a perspectiva do movimento que as une é de um mundo mais justo, fraterno e solidário. Por isso há quem diga: “salvar a mulher é salvar o mundo”.

08/03/2019
Clube de Engenharia

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