Clube se mobiliza pelo reconhecimento do genocídio armênio

O Clube de Engenharia formalizou, através de carta enviada ao ministro de Relações Exteriores, Mauro Luiz Iecker Vieira, no último dia 22 de abril, o posicionamento do Conselho Diretor em relação ao genocídio do povo armênio pelos turcos otomanos. A proposta apresentada pelo conselheiro José Carlos Lacerda tem como objetivo apoiar a causa de armênios que lutam para que o Brasil reconheça oficialmente o massacre daquele povo como genocídio, termo reconhecido em 24 países, além dos estados do Paraná, Ceará e São Paulo. ”Redigi e apresentei a proposta porque senti que a causa dos armênios é justa e também porque julgo que o Clube deve participar da vida pública do país para além de questões especificamente de engenharia”, ressaltou Lacerda, evocando 135 anos de tradição do Clube de Engenharia, que mantém desde a sua fundação uma participação ativa na vida da sociedade e em causas de interesse nacional. No documento, também enviado a Ashot Galoyan, embaixador armênio no Brasil e a Hilda Burmaian, cônsul da Armênia em São Paulo, o Clube de Engenharia ressalta que, de acordo com o direito internacional, tendo como base a Convenção da ONU para a prevenção e a repressão do crime de genocídio, de 1948 e o Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional, de 1998, o massacre do povo armênio deve ser reconhecido como genocídio pelo governo brasileiro, postura cobrada ao final da carta. Durante a semana, o presidente Francis Bogossian recebeu um telefonema emocionado do embaixador Ashot Galoyan em agradecimento pela iniciativa. 

Clique aqui para ler a carta na íntegra.

 

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