Engenharia, Arquitetura, Geologia e todas as profissões conexas envolvendo a beleza, robustez e utilidades a serviço da sociedade estão no cerne da transformação  tecnológica mais revolucionária de todos os tempos. Como tal, elas mesmas sofrem disruptiva transformação nos seus métodos e aprendizados e, consequentemente, nas aplicações das quais serão responsáveis.

Termos como transformação digital, 5G, economia circular, ciência dos materiais, novas fontes energéticas, inteligência artificial, robótica, startups, ecossistemas de P&D&I, responsabilidades socioambientais, BIM, realidade aumentada, fábricas integradas e automatizadas, que se integram exigindo novas e necessárias habilidades a estes profissionais e suas empresas.

Isso, aliado a desafios políticos que afetam o desenvolvimento nacional com Soberania e Democracia, tornam necessário que o Clube de Engenharia (CE) seja repensado e dinamizado em suas relações e integrações com estas novas realidades. Assim, é determinante adaptá-lo a esta era, sendo este o principal objetivo da Diretoria que ora o
assume.

Desta forma, elaborou-se um Programa Estratégico com algumas visões que passamos a descrever, entre outras.

Ampliação da escala da voz do CE de maneira que seu capital intelectual, político e técnico chegue a toda a sociedade, formando uma consciência nacional da importância da engenharia para o desenvolvimento do país.

Inserção da engenharia brasileira, suas empresas e profissionais, no dinamismo das inovações tecnológicas, cada vez mais acelerado, incluindo a transformação digital que lhes permeia, obsoletando métodos e processos de se fazer engenharia.

Espaço para abrigo de um hub tecnológico no centro do Rio de Janeiro como ambiente para difusão dos projetos originados de estudantes e profissionais de engenharia, empresas, instituições e integração entre essas partes, criando, inclusive, mecanismos de atração de startups e aceleradoras de novas tecnologias.

Introduzir o conceito de “humanidades na engenharia” trazendo e integrando os engenheiros aos aspectos culturais, artísticos e de justiça social, condição essencial para sua contribuição à eliminação das desigualdades em nosso país.

Atuar nas ações emblemáticas de soberania estratégica que merecem atenção permanente, entre as quais defender a restauração do papel histórico da
Petrobras como indutor do desenvolvimento e da reconstrução de sua cadeia de fornecedores, pesquisa e empregos. Ações nas áreas de saneamento básico, mobilidade urbana, matriz energética, energias renováveis e a opção nuclear.

Por fim, a retomada econômica do estado e município do Rio de Janeiro, apoiando suas competências industriais: nuclear, naval, defesa, sistemas digitais, entre outros.

Esses são os desafios que resolvemos enfrentar levando o CE ao protagonismo do desenvolvimento nacional.

A Diretoria

Setembro de 2021

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